Quem são as mulheres dos jogadores da Seleção com os posts mais valiosos nas redes?

WAGs na Copa 2026: Biancardi lidera brasileiras mais bem pagas, atrás de esposas de Cristiano Ronaldo e Messi; Karoline cobra R$ 300 mil

Quem são as mulheres ou namoradas dos jogadores da Seleção com os posts mais valiosos nas redes?

O termo WAGs, usado para falar das esposas e namoradas de jogadores de futebol, ganhou um novo peso na Copa do Mundo 2026. Longe de serem apenas presenças discretas nas arquibancadas, essas mulheres movimentam cifras milionárias e concentram parte relevante da audiência digital do torneio. Entre todas, uma brasileira se destaca com força: Bruna Biancardi, hoje tratada como uma das mais bem pagas e influentes parceiras de atletas no cenário global.

A atenção nesta Copa se divide entre o que acontece em campo e os bastidores de luxo fora dele, onde as WAGs transformam cada aparição em conteúdo altamente rentável. Bruna Biancardi surge nesse contexto como um nome que reúne moda de alto padrão, contratos robustos e engajamento que a coloca no topo entre as brasileiras mais comentadas do campeonato.

O fenômeno Bruna Biancardi na Copa do Mundo 2026

Com milhões de seguidores e uma base de fãs atenta a cada movimento, a influenciadora ligada a Neymar Jr. converte a exposição do Mundial em vitrine. Relatórios de mercado de 2026 apontam que uma única publicação patrocinada em seu perfil pode alcançar valores de seis dígitos em dólar, dependendo do contrato, do tipo de campanha e da exclusividade exigida pela marca.

Seu momento atual é marcado por parcerias com grifes de alta costura, lançamentos simultâneos em diferentes países e ações coordenadas com grandes plataformas de comércio eletrônico. Em dias de jogo, a combinação entre looks de luxo, bastidores da rotina e registros discretos monta um “pacote completo” para anunciantes, que enxergam em Bruna uma porta de entrada direta para um público que consome moda, beleza, lifestyle e futebol ao mesmo tempo.

Como o estilo de luxo de Bruna Biancardi virou negócio?

O guarda-roupa de Bruna Biancardi exemplifica o novo status das WAGs. Vestidos de marcas como Dior, Balmain e Valentino, bolsas de coleções limitadas e joias usadas em poucas aparições fazem parte de uma estratégia de posicionamento. Cada produção é pensada para gerar fotos, vídeos e conteúdos virais, alimentando o interesse do público e o retorno para parceiros.

Especialistas em marketing apontam que parte da força de Bruna está no cruzamento entre luxo aspiracional e rotina familiar. Assim, uma sequência de posts pode incluir:

  • Look completo de grife para acompanhar a partida;
  • Detalhe de acessórios e maquiagem marcando parceria paga;
  • Registros de viagens em jatinhos fretados ou mansões alugadas;
  • Momentos em família que reforçam identificação com seguidores.
Bruna Biancardi lidera como WAG mais bem paga do Brasil na Copa 2026 – Foto: Divulgação @brunabiancardi

Quem são as WAGs mais influentes desta Copa?

Embora Biancardi lidere o interesse entre as brasileiras, o universo das WAGs mantém um elenco de grande peso. No topo global, Georgina Rodríguez, parceira de Cristiano Ronaldo, mantém um dos perfis mais valiosos do Instagram, com campanhas que vão de alta joalheria a linhas esportivas premium.

Já Antonela Roccuzzo, ligada a Lionel Messi, segue como referência sólida de moda mais discreta, porém altamente rentável. Sua presença mais forte se baseia em coleções infantis e colaborações com grifes consolidadas.

  1. Georgina Rodríguez (Cristiano Ronaldo): US$ 716 mil por post
  2. Antonela Roccuzzo (Lionel Messi): US$ 391 mil por post
  3. Ester Expósito (Kylian Mbappé): US$ 240 mil por post
  4. Tini Stoessel (Rodrigo De Paul): US$ 214 mil por post
  5. Bruna Biancardi (Neymar): US$ 150 mil por post

No grupo de brasileiras, além de Bruna, nomes como Duda Fournier e Gabriely Miranda ocupam posição de destaque. Duda, casada com Lucas Paquetá, intensificou investimentos em conteúdo durante a Copa, focando em moda acessível e maternidade. Assim, ampliou a base de fãs e interesse de marcas de grande varejo.

Gabriely Miranda, esposa de Endrick, fortaleceu parcerias em beleza e cosméticos. Tornando-se presença constante em campanhas digitais direcionadas ao público jovem. Além disso, agora ela também engloba o público voltado à maternidade, visto que espera o primeiro filho do casal.

  • 5º lugar – Bruna Biancardi: US$ 150 mil (cerca de R$ 800 mil por post)
  • 6º lugar – Karoline Lima: US$ 57 mil (cerca de R$ 300 mil por post)
  • 9º lugar – Duda Fournier: US$ 21 mil (cerca de R$ 110 mil por post)
Karoline Lima reatou recentemente com Léo Pereira, zagueiro da Seleção – Foto: Divulgação @karolinel

De acompanhantes a potências de negócios: o que mudou?

Em 2026, o papel das WAGs passou por uma transformação visível. Em vez de serem lembradas apenas como acompanhantes dos atletas, essas mulheres assumem funções de empresárias, criadoras de conteúdo e executivas de suas próprias marcas. Grandes agências internacionais já mantêm departamentos dedicados exclusivamente à negociação de publis durante a Copa, tratando o torneio como uma temporada de alta para influenciadoras conectadas ao futebol.

O faturamento vem de várias frentes: posts patrocinados, participação em campanhas globais de patrocinadores oficiais do Mundial, coleções cápsula com grifes, contratos de embaixadora e até direitos de imagem em documentários e séries. A soma dessas fontes faz com que, para algumas WAGs de elite, a renda anual rivalize com a de atletas de ligas importantes, especialmente quando há forte mercado na Europa, Oriente Médio e América do Norte.

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