Virgínia choca ao expor que rejeitou a filha Maria Alice: ‘Eu não queria’

Desabafo na web! Influenciadora Virgínia choca ao expor que rejeitou a filha Maria Alice no início da gestação; veja

Virginia - Reprodução/Instagram
Virginia - Reprodução/Instagram

A maternidade é frequentemente romantizada pela sociedade, pintada com cores suaves de pura felicidade e plenitude. Porém, a realidade por trás dos bastidores de muitas gestações envolve batalhas silenciosas e profundamente dolorosas. Recentemente, a empresária Virgínia Fonseca revisitou um dos períodos mais difíceis de sua vida pessoal: a gravidez de sua primeira filha, Maria Alice, fruto do casamento dela com o sertanejo Zé Felipe.

O que aconteceu?

Em um relato sincero e corajoso, a poderosa influencer relembrou como enfrentou a depressão gestacional, quebrando tabus ao admitir que, em determinados momentos de crise, chegou a verbalizar sentimentos de rejeição e desespero, afirmando que “não queria” passar por aquilo tão nova.

“Eu comecei a falar que eu não queria. Depois de acabar de conhecer o Zé Felipe, eu falei: ‘Caraca’. E eu comecei a me culpar, a me cobrar por estar sentindo isso”, relembrou ela.

O desabafo da influenciadora joga luz sobre um problema de saúde mental que afeta milhares de mulheres ao redor do mundo, mas que ainda é amplamente negado devido à culpa e ao julgamento social. A loira explicou que a descoberta da gravidez aconteceu em um momento de grandes mudanças e intensa pressão. A transição abrupta de sua rotina, somada às alterações hormonais drásticas e ao escrutínio público constante na internet, culminou em um quadro severo de depressão. De acordo com seu relato, o sofrimento era tão intenso que ela se via incapaz de celebrar a gestação, sentindo um vazio e uma angústia profundos que a faziam questionar a própria capacidade de ser mãe. “Eu engravidei do nada do Zé”, admitiu a famosa.

Dizer em voz alta que “não queria” a situação reflete o ápice do esgotamento emocional de uma gestante deprimida. Na época, além das dores físicas normais do período, o sofrimento psicológico paralisava a jovem. O apoio de sua família, em especial de seu marido Zé Felipe e de sua mãe, Margareth Serrão, foi fundamental para que ela pudesse buscar ajuda profissional especializada. “Virou uma chave quando descobri que era uma menina. Me vi mãe, aquilo passou”, contou ela.

Ao compartilhar uma vulnerabilidade tão íntima, Virgínia Fonseca cumpre um papel social de extrema importância. Seu depoimento serve como um abraço de acolhimento para outras mulheres que se encontram no mesmo lugar de dor e incompreensão, mostrando que a depressão gestacional não define o amor de uma mãe por seu filho, mas sim uma condição médica que necessita de tratamento, respeito e muita empatia da família, amigos e pessoas próximas.

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