Looks de Regina Casé e Maitê Proença dão o que falar: ‘Festa do brega?’

Regina Casé reuniu famosos em eventos, mas foram os looks que roubaram a cena; saiba mais detalhes

Maitê Proença e Regina Casé - Reprodução/Victor Chapetta/BrazilNews
Maitê Proença e Regina Casé - Reprodução/Victor Chapetta/BrazilNews

No último sábado, 27/06, a atriz Regina Casé reuniu um prestigiado time de celebridades no Teatro Sesc Ginástico, no Rio de Janeiro, para a apresentação de seu monólogo “VIVA! VIDA!”. O evento contou com a presença de nomes como Maitê Proença, Fernanda Torres e Marcos Oliveira, que foram prestigiar a artista e seu marido, Estêvão Ciavatta, autor da peça.

No entanto, o verdadeiro destaque da noite foi os looks dos famosos. Os internautas não pouparam críticas aos figurinos escolhidos pelos famosos para a ocasião. Com comentários irônicos, o público questionou se o figurino se tratava de uma “festa do brega” ou de uma “noite do terror”.

“Era festa do brega?”, perguntou um. “Noite do Terror né”, comentou outro. “Meu Deus…Que roupas horríveis!, escreveu o terceiro. “O dress code era pijamas no frio?”, ironizou mais um.

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O que aconteceu? Acidente deixou marido de Regina Casé tetraplégico

A emocionante história de superação do cineasta Estevão Ciavatta, marido de Regina Casé, será retratada no documentário No Passo da Cobra. Durante a produção, o diretor demonstrou imensa coragem ao reconstituir o grave acidente que sofreu em novembro de 2008.

Na ocasião, Estevão caiu de um cavalo e sofreu uma violenta lesão na coluna cervical que o deixou tetraplégico. Sua lucidez imediata em pedir para não ser movido até o resgate foi crucial. Após uma cirurgia de emergência e 17 dias de internação, ele iniciou uma exaustiva jornada de reabilitação.

Os primeiros meses foram marcados por movimentos mínimos e total dependência. A recuperação exigiu anos de dedicação extrema, incluindo cinco horas diárias de fisioterapia para reaprender funções básicas e reconstruir sua confiança física e emocional.

Contra prognósticos pessimistas, a persistência de Estevão gerou resultados extraordinários. Em 2026, dezessete anos após o trágico episódio que mudou sua vida, o cineasta superou todas as limitações impostas pela tetraplegia e alcançou o topo da Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, coroando uma das trajetórias de superação mais inspiradoras do país.

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Letícia Couto é formada em Jornalismo e pós-graduada em Comunicação e Produção de Moda. Já escreveu nas editorias de comportamento e entretenimento, com passagens pelos sites Rolling Stone Country, Máxima Digital, Tititi, Minha Novela e Márcia Piovesan.