Suzane von Richthofen exibe o rosto do filho em documentário

Suzane von Richthofen faz revelações e mostra o rosto do filho em documentário inédito na Netflix

Suzane von Richthofen
Suzane von Richthofen - Crédito: Divulgação

Suzane von Richthofen gravou um documentário inédito para a Netflix. Sem data de estreia oficial, a produção inclui revelações e registos do filho dela, que tem o rosto mostrado em cenas.

De acordo com o jornalista Ulisses Campbell, do jornal O Globo, o documentário exibe momentos da rotina familiar, incluindo imagens dentro de casa e até celebrações como o Natal. O atual marido de Suzane, o médico Felipe Zecchini Muniz, também participa do documentário, mas preferiu não mostrar o rosto.

O que Suzane von Richthofen disse no documentário?

Suzane von Richthofen falou sobre a nova fase da sua vida. “Aquela Suzane ficou lá no passado. A sensação que eu tenho é que ela morreu junto com os meus pais”, afirmou.

Sobre a maternidade, ela disparou: “Quando eu olho para o meu filho, eu tenho a certeza de que Deus me perdoou”, declarou.

Suzane von Richthofen participa de visita acadêmica em delegacia

Suzane von Richthofen voltou a repercutir nas redes sociais e entre estudantes de Direito após participar de uma visita técnica a uma delegacia no interior de São Paulo. A atividade ocorreu na última sexta-feira (22/5), no 1º Distrito Policial de Bragança Paulista, cidade onde ela atualmente vive e cursa o terceiro ano de Direito na Universidade São Francisco.

Acompanhada de aproximadamente 20 colegas de turma, Suzane esteve na unidade policial como parte de uma atividade acadêmica ligada à disciplina de Direito Penal. A visita foi organizada pela professora Márcia Caceres Yokoyama e, segundo informações divulgadas pelo colunista Ullisses Campbell, a participação dos alunos era opcional.

Condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, crime ocorrido em 2002 e que teve enorme repercussão nacional, Suzane chamou atenção principalmente pela discrição durante toda a atividade. De acordo com relatos de estudantes presentes, ela permaneceu praticamente em silêncio ao longo das cerca de duas horas de visita, enquanto os demais colegas aproveitaram o momento para fazer perguntas a delegados, investigadores e escrivãs sobre a rotina de uma delegacia e os procedimentos policiais.

A postura reservada da estudante despertou curiosidade entre os participantes, especialmente devido ao histórico de Suzane com investigações criminais. Entre os anos de 2002 e 2006, ela esteve diversas vezes no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), em São Paulo, durante as investigações do assassinato dos pais. Na época, foi interrogada em diversas ocasiões até o desfecho do caso que culminou em sua condenação.

Segundo relatos obtidos pela coluna, alguns alunos chegaram a comentar, em tom de brincadeira e de forma reservada, que Suzane talvez tivesse “mais a ensinar do que aprender” sobre o funcionamento de uma delegacia especializada em homicídios.

A visita também trouxe à tona um detalhe marcante da trajetória de Suzane: antes de ser presa, ela já havia iniciado a graduação em Direito na PUC-SP aos 18 anos. Naquele período, participou de atividades externas promovidas pela universidade, incluindo uma visita ao Fórum Criminal da Barra Funda — local que, anos depois, se tornaria palco de seu julgamento e condenação.

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