Virginia se assusta com exposição sobre o 11 de setembro e não consegue concluir visita

Influenciadora relatou que não conseguiu concluir a visita ao memorial dedicado às vítimas dos ataques de 11 de setembro e descreveu a experiência como intensa e difícil de enfrentar

Virginia Fonseca - (Reprodução: Instagram)
Virginia Fonseca - (Reprodução: Instagram)

Durante sua estadia em Nova York, onde está cumprindo compromissos profissionais como correspondente do programa Domingão do Huck durante a cobertura da Copa do Mundo de 2026, Virginia Fonseca compartilhou com os seguidores uma experiência que a marcou profundamente. A influenciadora revelou que precisou interromper uma visita ao Memorial e Museu Nacional do 11 de Setembro após se sentir emocionalmente abalada diante do conteúdo apresentado no local.

Acompanhada do influenciador Lucas Guedez, Virginia visitou um dos pontos turísticos mais simbólicos da cidade, construído em homenagem às vítimas dos atentados terroristas ocorridos em 11 de setembro de 2001. No entanto, segundo ela, a carga emocional presente na exposição tornou a experiência mais intensa do que imaginava.

Nos stories publicados em suas redes sociais, a empresária contou que reconhece a importância histórica do museu e recomendou a visita para pessoas interessadas em conhecer mais sobre os acontecimentos que marcaram os Estados Unidos e o mundo. Ainda assim, afirmou que teve dificuldade para lidar com as emoções despertadas pelo ambiente.

“Falar com vocês sobre o museu que a gente foi, gente, é assim: para quem gosta de história, tem que ir, sem sombra de dúvidas. Mas é uma energia pesada, é triste, sabe?”, começou.

Segundo Virginia, o mal-estar emocional foi aumentando conforme ela avançava pelos espaços da exposição. A influenciadora relatou que passou a se sentir sem disposição e percebeu uma sensação crescente de tristeza durante o percurso.

“Pelo menos eu fiquei muito triste. Tipo, estava cansada, eu andava lá me arrastando… O Lucas até perguntou: ‘O que está acontecendo?’. A energia é tão pesada, fiquei mal”, relatou.

A situação chegou a um ponto em que ela decidiu não continuar a visita. Virginia explicou que não conseguiu percorrer todas as áreas do museu e optou por deixar o local antes do término do passeio. Entre os motivos apontados por ela estavam as imagens e os registros exibidos na exposição, que retratam momentos dramáticos vividos pelas vítimas dos ataques.

“Nem consegui ver tudo. Não, não, deu para mim, quero ir embora. Porque tem foto lá das pessoas saindo com sangue, sabe? É pesado. Para quem gosta de história, vale a pena ir ver, mas, assim, é pesado”, frisou.

O Memorial e Museu Nacional do 11 de Setembro está localizado em Manhattan, no espaço onde ficavam as Torres Gêmeas do complexo World Trade Center. Inaugurado em 2014, o local foi criado para preservar a memória das vítimas e registrar os acontecimentos que marcaram uma das maiores tragédias da história contemporânea.

Em 11 de setembro de 2001, aviões sequestrados atingiram as Torres Gêmeas, além do Pentágono e de uma área rural da Pensilvânia. Os ataques resultaram na morte de cerca de três mil pessoas e provocaram repercussões políticas, sociais e econômicas em todo o mundo.

Atualmente, o museu reúne milhares de objetos, fotografias, gravações e relatos relacionados ao atentado, oferecendo aos visitantes uma experiência imersiva sobre os acontecimentos daquele dia. Por sua relevância histórica e emocional, o espaço recebe milhões de visitantes anualmente e é considerado um dos locais mais impactantes e visitados de Nova York.

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