Contigo!
Busca
Facebook Contigo!Twitter Contigo!Instagram Contigo!Youtube Contigo!Tiktok Contigo!Spotify Contigo!
Notícias / BRASIL

Homem suspeito de matar a mãe é encontrado e preso pela polícia

Tias do homem suspeito de matar a própria mãe fizeram investigação independente e chamaram a polícia

Redação Contigo! Digital Publicado em 08/07/2024, às 22h26 - Atualizado às 23h58

WhatsAppFacebookTwitterFlipboardGmail
Bruno estava morando em Belo Horizonte - Foto: Reprodução/Redes Sociais
Bruno estava morando em Belo Horizonte - Foto: Reprodução/Redes Sociais

Bruno Eustáquio Vieira, de 27 anos, foi preso nesta segunda-feira, 8, em Belo Horizonte, por matar a própria mãe, Márcia Lanzane. Ele estava foragido da polícia de São Paulo desde dezembro de 2020 quando cometeu o crime na casa da família em Guarujá, no litoral de São Paulo.

A prisão de Bruno só foi possível por conta de uma investigação independente das tias do suspeito. Mariuza da Quadra, irmã da vítima, conseguiu encontrar o sobrinho por meio de um perfil da namorada dele nas redes sociais.

Ela, então, viajou para a capital mineira para conseguir localizar e mandar a polícia prender o homem. Em entrevista à Globo, a mulher afirma que precisou visitar mais de um endereço até que encontrou Bruno ao sair de um prédio no bairro Caiçara.

"Fomos nós que levamos a polícia até ele. A gente veio de Guarujá ontem [domingo, 7] à noite, já com as pistas de onde ele estaria. Dormimos dentro do carro para ver se víamos ele ou a namorada saindo, mas não conseguimos nada", contou.

Leia também:Polícia descobre quem mandou mulher jogar soda cáustica em jovem

"Largamos tudo e viemos. [...] A justiça está sendo feita. Eu e minha irmã voltamos das cinzas para dizer a nós mesmas: 'Vocês não são inválidas, vocês conseguiram'. Para a gente era uma sensação de invalidez, porque nada tinha sido feito, nada", revelou.

Bruno estava foragido há três anos e vivendo como "Felipe". Ao ser abordado pela polícia nesta tarde, ele reagiu à prisão e sofreu alguns ferimentos ao tentar correr dos agentes que participaram da ocorrência. Ele deve ir a júri popular.