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Notícias / MUNDO

Mãe mata o próprio filho filho com câncer terminal: 'Acabar com a dor'

Anos depois, mãe que matou o próprio filho enfrenta o mesmo diagnóstico

Redação Contigo! Digital Publicado em 04/07/2024, às 12h42 - Atualizado às 17h48

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Mulher admitiu ter assassinado o próprio filho - Foto: Reprodução/X/BBC
Mulher admitiu ter assassinado o próprio filho - Foto: Reprodução/X/BBC

Antonya Cooper, de 77 anos, admitiu ter dado uma grande dose de morfina ao filho, um paciente de câncer terminal, para acabar com o seu sofrimento. De acordo com informações da imprensa inglesa, a criança teve uma morte silenciosa por causa do medicamento.

Moradora da Abingdon, na Inglaterra, ela cuidava do menino de sete anos que já estava com a doença em estágio 4, o que o fazia sentir muita dor além dos sintomas da enfermidade. Isso tudo ocorreu no ano de 1981, mas só foi admitido por ela nesta semana.

Anos depois, a mulher foi diagnosticada com a doença terminal e enfrenta o mesmo processo de sintomas que o filho. Em entrevista à Radio Oxford, da BBC, ela justificou o crime como uma medida para mudar as leis sobre morte assistida no país.

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"Na última noite de Hamish, quando ele disse que estava com muita dor, eu falei: 'Você gostaria que eu acabasse com a dor?', e ele respondeu: 'Sim, por favor, mamãe'. E por meio do cateter de Hickman, dei a ele uma grande dose de morfina que pôs fim silenciosamente à sua vida", contou. 

“Foi a coisa certa a fazer. Meu filho estava enfrentando o sofrimento mais terrível e a dor mais intensa, eu não iria permitir que ele passasse por isso", justificou em seguida, que admitiu ter cometido homicídio culposo contra o próprio filho. 

O filho de Antonya tinha cinco anos quando recebeu o diagnóstico de neuroblastoma, um câncer raro que atinge principalmente crianças. Os médicos deram ao garoto uma estimativa de três meses de vida, mas rapidamente o tratamento foi iniciado no Great Ormond Street Hospital, em Londres.