‘A Nobreza do Amor’: Jendal descobre plano de Kênia e toma atitude inacreditável

Jendal descobre plano de Kênia e toma atitude radical contra a própria filha em 'A Nobreza do Amor'

Jendal em 'A Nobreza do Amor' - Reprodução/Globo
Jendal em 'A Nobreza do Amor' - Reprodução/Globo

O clima de revolta e conspiração vai atingir o ponto de fervura nos próximos capítulos de “A Nobreza do Amor“, na tela da Globo. Decidida a não aceitar as atrocidades cometidas por seu próprio pai, a princesa Kênia (Nikolly Fernandes) descobrirá da pior maneira possível que desafiar a autoridade do tirano Jendal (Lázaro Ramos) pode custar a sua própria liberdade. De acordo com informações do site Notícias da TV, em cenas previstas para começarem a ser exibidas a partir desta quarta-feira, 15 de julho de 2026, a jovem será desmascarada após se aliar aos rebeldes e acabará jogada em uma cela imunda do palácio, passando de herdeira real a prisioneira do reino.

O assalto às joias da coroa e o sucesso inicial

Toda a reviravolta dramática começa quando o ex-chefe da guarda, Dumi (Licínio Januário), resolve liderar uma ofensiva ousada para desestabilizar as finanças e o prestígio do atual usurpador do trono de Batanga. Ao lado de seus aliados de confiança, Akin (André Luiz Miranda) e Ladisa (Rita Batista), ele arquiteta um plano complexo para invadir os aposentos reais e furtar as valiosas joias da coroa.

Apaixonada e ciente da importância da missão para a causa rebelde, Kênia decide jogar o jogo da espionagem. Ela consegue roubar a chave do esconderijo secreto onde o tesouro fica guardado e a entrega diretamente nas mãos de seu amado, Dumi. Para completar a jogada, a princesa usa toda a sua influência para distrair as sentinelas que fazem a ronda no corredor principal.

A estratégia funciona perfeitamente na primeira fase. O trio de rebeldes consegue driblar a segurança, localiza a urna pesada com as joias preciosas e inicia a retirada estratégica do palácio sem levantar suspeitas imediatas da guarda.

O deslize de Ladisa e a fúria de Jendal

No entanto, o gosto da vitória durará muito menos do que o esperado. Durante a fuga apressada pelos jardins dos fundos da propriedade real, Ladisa cometerá um vacilo terrível e deixará a chave roubada cair no chão. O objeto comprometedor será encontrado pouco tempo depois por Pascoal (Luciano Quirino), o atual braço direito e conselheiro fiel do tirano de Lázaro Ramos.

Rápido no raciocínio e conhecedor dos segredos do palácio, Pascoal examinará a peça e concluirá imediatamente que o furto só foi possível porque alguém com livre trânsito dentro da corte facilitou a ação dos saqueadores. Não demorará muito para que todas as peças do quebra-cabeça se encaixem e as suspeitas recaiam diretamente sobre a filha do rei.

Sem pestanejar, o conselheiro confrontará o monarca e acusará Kênia de ter protegido Dumi e aberto as portas para a invasão dos insurgentes. Ao descobrir que foi apunhalado pelas costas dentro de sua própria casa e por seu próprio sangue, Jendal subirá pelas paredes de tanto ódio. Sem demonstrar qualquer pingo de afeição paternal, o rei anunciará uma punição exemplar para a jovem: Kênia será arrastada pelos guardas e trancada em uma cela escura, passando a receber o mesmo tratamento severo destinado aos piores criminosos de Batanga.

 

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