‘A Nobreza do Amor’: Jendal é encurralado por embaixadora e inventa mentira inusitada

Margaret Morrison desembarca disposta a vingar morte de jornalista e esfrega podres na cara do rei em 'A Nobreza do Amor'

Jendal em 'A Nobreza do Amor' - Reprodução/Globo
Jendal em 'A Nobreza do Amor' - Reprodução/Globo

A dinastia de terror e mentiras arquitetada pelo Rei Jendal (Lázaro Ramos) está prestes a sofrer um duro golpe diplomático que abalará as estruturas de seu governo. Pensando que o assassinato brutal do jornalista Robert (Reynaldo Machado) ficaria sepultado no esquecimento, o monarca será pego de surpresa nos próximos capítulos de “A Nobreza do Amor“, a novela das seis da Globo. No capítulo previsto para ir ao ar nesta quinta-feira, 11 de junho de 2026, a embaixadora norte-americana Margaret Morrison (Adriana Seiffert) desembarcará no reino africano com carta branca de Washington para fazer o culpado pela morte de seu compatriota pagar caro. As informações são do site Notícias da TV.

A desculpa do ‘poço das serpentes’ e a cara de pau de Jendal

Logo em suas primeiras cenas no território hostil, Margaret deixará claro que não cruzou o oceano para fazer turismo ou diplomacia de aparências. Seu único e exclusivo objetivo é averiguar as reais circunstâncias da morte do jornalista. Em um primeiro embate no salão real, Jendal tentará usar de sua habitual falsidade e cinismo para desarmar a autoridade. O vilão se fingirá de profundamente simpático e chegará a mentir, afirmando que Robert lhe causou uma excelente impressão durante sua estadia na corte.

A embaixadora, contudo, ignorará os elogios vazios e exigirá, em tom firme, saber como o profissional veio a óbito. É aí que o personagem de Lázaro Ramos dará uma resposta que beira o ridículo, esbanjando arrogância: “Minha senhora, eu sou o rei de Batanga e devo ser chamado de majestade. Quanto ao jornalista, eu já determinei uma investigação rigorosa, mas o mais provável é que ele tenha caído no poço das serpentes por acidente”, disparará o déspota, sem piscar.

A prova do crime e a afronta diplomática

Margaret Morrison provará que não é uma autoridade fácil de ser ludibriada. Sem papas na língua, ela colocará o monarca contra a parede ao revelar que o governo americano possui provas contundentes de que Robert foi silenciado. “Junto ao corpo de mr. Robert havia uma carta dizendo que o senhor ordenou que ele fosse executado, ‘majestade’. E havia também um caderno com anotações dizendo que o senhor é um tirano cruel e que o povo de Batanga está morrendo de fome”, esfregará ela na cara do vilão.

Completamente desestabilizado e sem argumentos, Jendal dará um jeito de cortar o assunto e se afastar da visitante. Pouco depois, o conselheiro Chinua (Hilton Cobra) trará uma nova informação que fará o sangue do rei ferver: a embaixadora se recusou terminantemente a aceitar a hospitalidade real e não se hospedará no palácio. Fora de si, o usurpador gritará que a atitude é uma afronta inaceitável. Chinua, no entanto, alertará para a gravidade da situação: “Ou o senhor arruma uma boa explicação ou vai ter que se entender com o governo dos Estados Unidos. Ela parece disposta a tudo”.

Paredão nas Minas e o podre dos ingleses

Mostrando que sua investigação é ampla, Margaret não se limitará aos muros do palácio e irá direto ao coração econômico do reino: as minas de tungstênio. Lá, ela colocará o influente Mr. Campbell em uma situação extremamente desconfortável e sufocante. A diplomata jogará verde ao citar as denúncias publicadas no Brasil: “Nilo Peçanha (Deo Garcez) afirma que Jendal deu um golpe de Estado apoiado por vocês, ingleses. E que em troca desse apoio vocês se beneficiaram ainda mais da exploração de tungstênio, que compram o minério a preço de banana”, pressionará a loira.

Encurralado pela astúcia da americana, o britânico tentará lavar as mãos, alegando que não se envolve nas picuinhas da política local. Contudo, ao ser questionado sobre o conflito que culminou na fuga da rainha Niara (Erika Januza) e da princesa Alika (Duda Santos), Campbell acabará cometendo um deslize de linguagem e soltará que o antigo monarca, Cayman (Welket Bungué), pretendia romper o monopólio britânico para fazer negócios com os turcos. Matreira, Margaret pescará a confissão no ar: “Então Cayman ia entregar as minas para os turcos e vocês, ingleses, não tiveram nada a ver com a deposição dele, Mr. Campbell?”, ironizará ela, constatando que está cercada por uma rede de mentirosos e reafirmando seu compromisso de ir até o fim para desenterrar a verdade de Batanga.

 

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