‘A Nobreza do Amor’: Veja a reação de Alika ao ver que Tonho levou tiro

Caos na novela 'A Nobreza do Amor': Veja a reação de Alika ao ver que Tonho levou tiro na trama das seis

Alika (Duda Santos) e Tonho (Ronald Sotto) em 'A Nobreza do Amor' - Reprodução/ Globo
Alika (Duda Santos) e Tonho (Ronald Sotto) em 'A Nobreza do Amor' - Reprodução/ Globo

O desfecho do aguardado desfile de inauguração do ateliê Flor de Seda, idealizado pela princesa exilada Alika (Duda Santos) e por Teresa (Ana Cecília Costa), tinha tudo para se consolidar como o ápice da consagração de sua trajetória na fictícia cidade de Barro Preto. Após enfrentar inúmeras sabotagens, preconceitos e adversidades desde que chegou ao Brasil fugindo do golpe em seu reino natal na África, o evento de gala representaria o triunfo definitivo do talento da jovem modista. No entanto, o roteiro do que deveria ser um legítimo dia de glória para a protagonista se transformará em um autêntico inferno nos próximos episódios da novela das seis da Globo, A Nobreza do Amor.

Toda a tragédia ganha contornos cruéis e meticulosos a partir da mente doentia da vigarista Virgínia (Theresa Fonseca) no folhetim da plim plim. Consumida por um despeito cego e inteiramente obcecada em destruir a reputação e os planos da rival, a grande vilã da trama das 18h decide desferir o seu golpe mais audacioso e perigoso até então. Sem escrúpulos, ela contrata os serviços do capanga Carrapato (Marcelo Médici) com uma ordem clara e destrutiva: invadir o local e vandalizar por completo a estrutura do ateliê bem no meio da realização do sofisticado desfile de moda.

O que vai rolar na trama?

Exatamente no momento em que a ação criminosa encomendada pela megera começa a se desenhar nos bastidores do evento, o temido bando de cangaceiros liderado pelo perigoso Belarmino (Renan Monteiro) invade a pacata cidade de Barro Preto. O que se segue a partir daí é um verdadeiro cenário de guerra civil em plena praça pública. O pânico generalizado se alastra com rapidez impressionante pelas ruas, e o ambiente que exalava celebração, alta-costura e sofisticação dá lugar imediato a gritos lancinantes de horror, correria desenfreada e o estrondo ensurdecedor de repetidos disparos de armas de fogo. O bando armado promove um rastro de destruição sem precedentes, transformando a festa comunitária em um pesadelo completo. A violência cega dos criminosos atinge em cheio o cotidiano dos moradores da região, banhando o solo da cidade com o medo e a agressividade no enredo de época.

Determinados a salvaguardar o ateliê Flor de Seda — que representa muito mais do que um comércio, sendo o símbolo máximo de recomeço, dignidade e liberdade para a princesa africana —, Tonho (Ronald Sotto) e Alika decidem deixar o medo de lado e enfrentar de cabeça erguida a terrível ameaça dos invasores. Em meio ao violento fogo cruzado e à depredação do espaço físico do estabelecimento, o casal tenta bravamente conter os danos colaterais e evacuar as pessoas inocentes que ficaram encurraladas no fogo cruzado. Contudo, em uma reviravolta dramática e assustadora, um dos cangaceiros do bando de Belarmino mira seu revólver diretamente na direção da protagonista. Ao perceber o perigo iminente e notar que o gatilho está prestes a ser puxado contra o peito de sua amada, Tonho não hesita por uma fração de segundo: em uma demonstração pura de heroísmo, o rapaz se joga na frente do disparo, funcionando como um verdadeiro escudo humano.

O tiro atinge o peito do humilde trabalhador rural com força devastadora na trama das seis da Globo. Alika vê o homem de sua vida desabar gravemente ensanguentado diante de seus olhos e entra imediatamente em um profundo estado de choque traumático. O chão de madeira do ateliê rapidamente se mancha com o sangue do mocinho, e o clamor desesperado da princesa ecoa com dor pelo ambiente destruído. Desolada, aos prantos e sentindo-se impotente diante da gravidade visível do ferimento, a personagem de Duda Santos cai de joelhos ao lado do corpo do namorado e começa a rezar fervorosamente, suplicando aos céus por um milagre que mantenha o coração de Tonho batendo. Enquanto a agonia toma conta do local, os criminosos batem em retirada de forma caótica, deixando Barro Preto totalmente em ruínas e arrastando o Padre Viriato (Marcelo Médici) e Dona Geralda (Carol Brada) como reféns em sua fuga.

O socorro médico de urgência chega por meio do Dr. Onildo (Paulo Lessa), que inicia uma verdadeira corrida contra o relógio para realizar uma cirurgia de emergência e tentar extrair a bala alojada próxima ao coração do jovem herói. Embora o procedimento médico complexo obtenha sucesso na remoção do projétil, o estado clínico geral de Tonho permanece considerado gravíssimo pelas autoridades de saúde, fazendo com que ele passe a oscilar perigosamente entre a vida e a morte no leito do hospital. Nos dias subsequentes, o calvário de Alika se acentua de forma avassaladora; ela se recusa terminantemente a abandonar a cabeceira do amado, que começa a sofrer com terríveis delírios, deixando a mocinha da trama das 18 horas em pânico.

Enquanto a tragédia deixa a família de Tonho em frangalhos e a cidade mergulhada no luto, do outro lado da história, Virgínia celebra o rastro de destruição com frieza e sadismo a novela A Nobreza do Amor.

Leia também: ‘Quem Ama Cuida’: Quem executou o Arthur? Polícia choca com revelação

Siga o canal da Contigo no Instagram e fique por dentro das notícias mais bombásticas dos famosos, bastidores da TV e novelas.

Veja mais:

 

 

Ver essa foto no Instagram

 

Um post compartilhado por TV Globo (@tvglobo)