‘Quem Ama Cuida’: Pilar mostra ódio mortal e paga para baterem em Adriana na prisão
Vilã da novela 'Quem Ama Cuida': Pilar mostra ódio mortal e paga para baterem em Adriana na prisão da trama das nove

Vem mais suspense por aí! Na produção de “Quem Ama Cuida”, o temido cenário do cárcere feminino ganhará contornos ainda mais dramáticos através do embate psicológico e físico entre duas personagens opostas: Adriana, uma mulher que se vê injustamente ou tragicamente jogada no inferno do cárcere, e Zeni, a detenta veterana que comanda o pavilhão com mãos de ferro e sadismo.
A trajetória da malvada que baterá de frente com a protagonista da novela da Globo é marcada pelo terror que impõe às outras presas, e vai culminar em um dos momentos mais aguardados e comentados da trama: o seu fim humilhante e a derrocada de seu império de medo.
Desde a chegada de Adriana ao presídio, fica claro que a sua estadia não será apenas um período de privação de liberdade, mas sim um teste de sobrevivência diário no folhetim das 21 horas. Adriana representa tudo o que Zeni despreza: a vulnerabilidade de quem não pertence àquele mundo corrompido, a busca pela justiça e a recusa inicial em se curvar às regras paralelas ditadas pelas criminosas mais perseguidas.
Assim, Zeni, percebendo a fragilidade de Adriana, transforma a recém-chegada em seu alvo principal. O assédio moral, as ameaças constantes e as agressões físicas tornam-se parte da rotina, fazendo com que Adriana viva em um estado permanente de pânico e vigília.
O que a Pilar vai armar?
Com ódio da mocinha, a malvada Pilar vai pagar justamente para esse cruel detenta atacar e agredir Adriana dentro da cadeia, provocando pânico na obra exibida pela plim plim.
Porém, ao acreditar que é intocável e que possui o controle absoluto tanto das detentas quanto de parte do corpo de agentes penitenciários corrompidos, ela começa a deixar pontas soltas. A opressão exagerada sobre Adriana acaba gerando um efeito colateral que Zeni não previu: a solidariedade de outras detentas que, cansadas dos abusos da líder do pavilhão, encontram em Adriana um símbolo de resistência silenciosa por ali.
- O ponto de virada na trama começa a se desenhar quando esquemas internos de tráfico e privilégios liderados por Zeni começam a ruir. A direção do presídio, pressionada por investigações externas ou por mudanças na corregedoria, passa a apertar o cerco contra a corrupção interna. Sem a proteção dos guardas que antes faziam vista grossa para as suas atrocidades, Zeni começa a perder o seu poder de barganha. É nesse cenário de isolamento político dentro da prisão que a sua derrocada se acelera.
- O clímax que leva ao fim humilhante de Zeni é construído com grande carga dramática. Em um confronto armado por suas próprias rivais — ou através de uma emboscada armada pela própria justiça dentro das galerias —, Zeni é desmascarada na frente de todo o pavilhão. A mulher que antes caminhava de cabeça erguida, despertando o pavor coletivo, vê-se subitamente desprovida de seus capangas e de suas armas. A humilhação de Zeni não se dá apenas pela violência física, mas principalmente pela perda absoluta do respeito e do medo que os outros tinham dela na novela das nove.
Para a sofredora Adriana, o desfecho humilhante de sua algoz traz um misto de alívio e certa reflexão. Embora o terror imposto por Zeni tenha deixado cicatrizes profundas em sua mente, ver a queda da vilã serve como uma justiça ali na penitenciária, e um alívio para a protagonista, que foi ferida mas teve a vida dela poupada na história.
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