William Bonner expõe rotina caótica em viagem internacional e choca ao com declaração: ‘Sem vida’
Apresentador fala sobre bastidores de viagem internacional para reportagem e descreve rotina marcada por deslocamentos constantes e pressão intensa na produção jornalística

O jornalista William Bonner, que deixou a bancada do Jornal Nacional no ano passado, abriu o jogo sobre a rotina considerada “intensa” que tem vivido em sua nova fase profissional no Globo Repórter, ao lado da apresentadora Sandra Annenberg. O comunicador utilizou uma recente viagem internacional como exemplo para ilustrar a dinâmica acelerada e exigente do trabalho fora do estúdio.
Durante uma conversa descontraída com a colega de programa, Bonner destacou como a atividade jornalística pode impactar profundamente a vida pessoal e o bem-estar de quem atua na área. Segundo ele, a rotina de produção, especialmente em grandes reportagens, exige dedicação constante e pouca previsibilidade.
“O jornalismo cobra muito da vida pessoal de um jornalista. Ponto. Todos os jornalistas, não tem jornalista com vida tranquila, fácil”, começou.
Na sequência, o apresentador refletiu sobre a percepção comum de que a mudança de função teria tornado sua rotina mais leve após deixar o telejornal diário. Ele reconheceu que há diferenças no ritmo de trabalho, mas reforçou que a experiência como repórter mantém um nível elevado de exigência e envolvimento.
“A gente brinca aqui, dizendo que ‘Ah, agora está muito mais fácil’. Tá muito mais fácil do que era quando estava no JN? É óbvio. Mas, se a gente compartilhasse com o público o que é a sua rotina quando você faz uma reportagem, um programa para o Globo Repórter, e eu não tô falando aqui da apresentação, eu estou falando da atuação como repórter, que é algo que agora eu estou experimentando, é um trabalho muito intenso”, apontou.
Bonner também mencionou uma gravação especial realizada para a atração, ainda sem data de exibição, que envolveu uma maratona de deslocamentos por diferentes países em um curto espaço de tempo. Segundo ele, a experiência evidenciou o nível de exigência logística e física do trabalho em campo.
“Se você fizer esse trabalho muito intenso fora do Brasil, como você fez agora no México, como eu tive a oportunidade de fazer, mas não posso dizer onde, porque ainda é segredo, eu passei por três países diferentes, no intervalo de 15 dias, eu estive em oito hotéis diferentes, fazendo check-out, check-in, check-out, check-in, viagem, carro, tudo, e gravando e gravando. Então, é um trabalho insano!”, desabafou.
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