Nicollas Piton, dono de uma das maiores páginas que cobre reality show no Brasil, confessa que que torce para os participantes da casa
Publicado em 31/03/2025, às 17h29 - Atualizado às 17h34
Acompanhar tudo o que acontece dentro de um reality show 24 horas por dia, é uma diversão para muitas pessoas, porém, algumas delas, acaba fazendo disso sua profissão. Foi o que aconteceu com Nicollas Piton, dono da Central Reality, uma das maiores páginas quando o assunto é acompanhar os programas de confinamento que passam na TV.
"A ideia de criar o perfil surgiu em 2021, quando a Globo anunciou a volta do No Limite com participação de ex-BBBs. Na época estávamos no auge da pandemia e então decidi criar um perfil no Twitter/X para cobrir o reality. Acabou que deu certo, logo no ano seguinte, no BBB 22, crescmos bastante e logo o perfil deixou de ser um hobby para virar um trabalho", contou Nicollas.
Com mais de um milhão de seguidores, somente no X, a Central Reality acabou virando a fonte de muitas pessoas que utilizam das publicações da página para poder ficar por dentro do que acontece no Big Brother Brasil ou A Fazenda.
Sem querer revelar quando fatura mensalmente, Nicollas contou que nesses 4 anos em que a página está no ar, já trabalhou com mais de 50 marcas. "Atualmente recebo monetização do próprio Twitter/X e ganho pelas publicidades que fazemos com as marcas", explicou.
Como esse tipo de programa sempre atrai muitos fãs apaixonados, as páginas e influenciadores que cobrem os realitys, são acusados de favorecer um ou outro participante. Sem medo de se comprometer, ele confessa que acaba torcendo por personagens interessantes nas edições. "A realidade é que todo mundo tem torcida, desde o público de casa até o apresentador do programa, mas a diferença é que o Tadeu Schmidt, por exemplo, precisa ser totalmente imparcial e fora ele ninguém mais tem essa obrigação", contou.
Apesar disso, ele diz que a atual temporada do BBB, acabou não atraindo muita torcida por sua parte. Com um elenco morno, e sem muitas brigas, o empresário garante que acabou não torcendo para ninguém. "Geralmente a minha torcida pessoal é pelo entretenimento do programa, afinal a página depende disso para continuar tendo engajamento. Esse ano, por exemplo, foi um ano que não me identifiquei com quase ninguém do elenco", garantiu o dono da Central Reality.
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